Clipping - 11/01/06 - quarta-feira

Site Cláudio Humberto – 11/01/06
O vôo da concórdia

O presidente da Varig, Marcello Bottini, vai quitar a dívida com os pilotos. Quer reintegrá-los. Assumiu o compromisso com a Comissão de Direitos Humanos da Câmara, que no dia 31 ouvirá um diretor da Associação de Pilotos, demitido por “justa causa”.

Teco-teco jurídico
Cinco pilotos da Varig aguardam decisão do Tribunal Superior do Trabalho há mais de um ano. A maioria dos 62 foi reintegrada na Justiça.

Zero Hora
FAB treina em Canoas grupo anti-seqüestro
Batalhão de Infantaria Especial da Aeronáutica troca o comando hoje

Hoje ocorre em Canoas a troca de comando de uma unidade pouco conhecida e ultra-especializada da Força Aérea Brasileira (FAB). É o Batalhão de Infantaria Especial (Binfae) da Aeronáutica, um dos mais modernos grupos de combate do Brasil.

Esse grupamento de elite pouco deve às unidades antiterroristas e às forças especiais de países como EUA e França, nos quais inclusive foi buscar inspiração e treinamento.

Entre outras especialidades, o Binfae é a única unidade militar no país a dispor de uma Companhia de Artilharia Antiaérea (Caad) dotada de mísseis. Os cerca de cem soldados da Caad usam artefatos russos Igla, capazes de derrubar aeronaves de qualquer tamanho com apenas um disparo. O tubo de lançamento, semelhante ao de uma bazuca, é portátil e operado por apenas um homem. O projétil é guiado pelo calor das turbinas do avião.

- Em menos de duas horas temos condições de colocar toda a companhia em um avião, direcionado a qualquer ponto do país - resume o tenente-coronel Aldemarion Cosme Simas Gonçalves, comandante do Binfae, que entrega o posto ao tenente-coronel Jorge Orion Pereira Oliveira, hoje às 10h30min.

O Binfae é um batalhão de pronto emprego, preparado para atuar até fora do país em questão de horas. Tem só três anos e surgiu da necessidade da FAB de unidades terrestres para apoio imediato ao pessoal de vôo. Inclui pelotões de polícia de choque, de polícia montada, de cães, de bombeiros e de motociclistas.

Resgate de passageiros é testado em hangares

A outra unidade superespecializada do Binfae é o Grupo Especial de Polícia da Aeronáutica (Gepa), treinado para resgate de reféns em aeronaves, ônibus, edifícios e outras instalações aeroportuárias. É o mais antigo do gênero no Brasil, embora unidades semelhantes tenham sido criadas em Brasília, no Rio de Janeiro, no Recife e em Manaus.

Feito Rambos caboclos, os integrantes do Gepa dominam técnicas anti-seqüestro, de rapel, artes marciais, tiro de precisão (sniper), fazem curso de explosivos e libertação de reféns. Uma vez por ano treinam libertação de passageiros de aeronaves, nos hangares da Varig. Inspirada numa ameaça de seqüestro, a unidade nunca teve de ser acionada para situação real.

( humberto.trezzi@zerohora.com.br )

Folha Online
Gol amplia operações na Argentina com
vôos para Córdoba e Rosário - 11/01/2006 - 10h48

FABIANA FUTEMA
da Folha Online

Depois de inaugurar no fim de 2004 suas operações internacionais com um vôo para Buenos Aires, a Gol lançou neste ano um plano agressivo de expansão de sua malha na Argentina. Hoje, por exemplo, a companhia passou a operar uma ligação para Rosário. Serão três vôos semanais (segundas, quartas e sextas-feiras), com saída do aeroporto do Galeão (Rio) e escala em Porto Alegre.

Na segunda-feira, a empresa começou a operar dois vôos com três freqüências semanais para Córdoba. Um deles parte do Galeão e faz escala em Porto Alegre. O outro vôo decola do aeroporto de Guarulhos (SP) e faz escalas em Curitiba (PR) e Assunção (Paraguai) antes de pousar em Córdoba.

Com os novos vôos, a Gol quer se consolidar como transportadora aérea de passageiros na América do Sul. No começo do ano, a empresa passou a voar para Montevidéu (Uruguai) e Assunção. Em novembro de 2005 a empresa lançou seu segundo destino internacional: Santa Cruz de la Sierra, na Bolívia.

A investida da Gol no mercado internacional coincide com a crise da Varig, que lidera no Brasil o mercado aéreo internacional. Depois de entrar em recuperação judicial, a Varig perdeu a vice-liderança do mercado doméstico para a Gol e reduziu sua participação no transporte internacional de passageiros.

"O vôo para Rosário vai aproximar importantes centros comerciais e industriais da América do Sul. Além disso, contribuirá para o aquecimento do mercado de turismo visto que, ainda nesta temporada, esperamos que o número de argentinos que visitam ou planejam visitar o Brasil continue crescendo", afirma o vice-presidente de Marketing e Serviços da Gol, Tarcísio Gargioni.

Folha de São Paulo
Eficiência da Varig despenca em dezembro
Índice de pontualidade e regularidade piora após perda de aviões; situação pode melhorar em janeiro com frota maior

MAELI PRADO
DA REPORTAGEM LOCAL
FABIANA FUTEMA
DA FOLHA ONLINE

O agravamento da crise financeira da Varig foi sentido pelos passageiros no mês passado. A eficiência operacional da empresa (média da regularidade e pontualidade dos vôos) no mercado doméstico caiu para o menor nível desde abril de 2003, segundo divulgou ontem o DAC (Departamento de Aviação Civil).

O indicador calculado pelo órgão chegou a 67 em dezembro, ante 79 em novembro e 84 em outubro. A queda mostra que a empresa aérea não teve oferta suficiente para atender à aquecida demanda de final de ano sem comprometer a regularidade e a pontualidade dos seus vôos.

Nas primeiras semanas de dezembro, mês em que a quantidade de passageiros aumentou 13% ante novembro, a companhia aérea voava com apenas 57 aeronaves -15 estavam paradas, mais de 20% de sua frota.

Com uma quantidade reduzida de aeronaves para atender a uma demanda maior, a regularidade, ou seja, o percentual de vôos programados pela companhia aérea que realmente saíram, caiu para 83% no mês passado. Havia sido de 87% em novembro. Já a pontualidade (percentual de vôos que saíram no horário programado) caiu de 91% em novembro para 81% em dezembro.

O DAC, órgão que regula a aviação civil no país, calcula a eficiência operacional a partir dos índices de regularidade e pontualidade das companhias aéreas.

Os índices de regularidade no mercado doméstico da TAM e da Gol ficaram bem acima do da Varig no mês passado: foram de 95% e 92%, respectivamente. No caso do índice de pontualidade, de 96% e 97%, segundo informações do DAC.

Os índices de regularidade e pontualidade da Varig também pioraram no caso dos vôos internacionais, na comparação de novembro com dezembro: caíram, respectivamente, de 92% para 90% e de 91% para 84%.

A expectativa, de acordo com analistas, é que os números da Varig melhorem em janeiro, já que aos poucos a aérea está recolocando algumas aeronaves em operação. Atualmente, a Varig voa com 61 aviões, número que deve aumentar para 64 até o final deste mês.

A Varig informou, através de sua assessoria de imprensa, que não comentaria os números divulgados pelo DAC.

Negociação

A Varig negocia com a estatal portuguesa TAP e com o fundo norte-americano Matlin Patterson uma operação de antecipação de recebíveis no valor de até US$ 40 milhões. Esses recebíveis dizem respeito a passagens aéreas já vendidas, mas parceladas ou financiadas por meio de cartões de crédito, que ainda não entraram no caixa da empresa.

A expectativa é que o acordo seja fechado hoje. Se as negociações com esses grupos não avançarem, a Varig deverá pedir empréstimo a um banco. A Varig precisa de US$ 56 milhões para quitar uma dívida com as empresas de leasing que vence amanhã. No mesmo dia, a aérea tem um audiência com o juiz Robert Drain, de Nova York, que prorrogou até sexta-feira a liminar que impede o arresto de 40 aviões.

A blindagem da Varig de 180 dias contra execuções judiciais, oferecida pela nova Lei de Falências, venceu no último domingo. A juíza Márcia Cunha, da 2ª Vara Empresarial do Rio, informou que nenhum credor entrou com pedido de falência contra a companhia aérea até ontem.

Folha de São Paulo
Aéreas indenizarão passageiro na UE

DA FOLHA ONLINE

A Corte de Justiça de Luxemburgo emitiu ontem uma sentença em que afirma que os passageiros aéreos vítimas de cancelamentos ou atrasos prolongados dos vôos têm o direito de ser indenizados, assim como prevê o regulamento adotado em fevereiro de 2004 pelo Parlamento Europeu e pelo Conselho da União Européia (UE).

Segundo os juízes europeus, o regulamento é "válido" e as medidas "não violam o princípio da proporcionalidade e são compatíveis" com a convenção de Montreal para a unificação de algumas normas relativas ao transporte aéreo internacional.

O regulamento europeu prevê que, em caso de cancelamento do vôo, a companhia aérea ofereça aos passageiros a escolha entre o reembolso da passagem ou o embarque em um vôo alternativo para o seu destino final.

Os passageiros têm também direito a assistência gratuita, que inclui refeições, telefonemas e, eventualmente, acomodações em hotéis, e a uma indenização cujo valor varia conforme o vôo.

Não está previsto reembolso se a companhia cancelar duas semanas antes, se propuser alternativa satisfatória de vôo ou se comprovar o cancelamento por circunstâncias excepcionais.

Globo Online - 10/01/2006 - 15h40m
Air Madrid vai operar vôos entre América Latina e Israel

Globo Online
EFE

JERUSALÉM e RIO - A companhia aérea espanhola Air Madrid vai oferecer ainda neste semestre vôos fretados (charters) que ligarão as cidades da América Latina a Israel, com escalas na Espanha, informou nesta terça-feira o Ministério do Turismo de Israel. O vôo é o resultado de um acordo entre representantes do ministério e a companhia aérea madrilenha, parte de uma estratégia do governo de Israel para aquecer a concorrência entre companhias aéreas européias e reduzir o preço dos bilhetes para os peregrinos latinos que desejam conhecer a Terra Santa.

A nova rota deve representar um acréscimo de 25 mil assentos em vôos entre os destinos latinos e Israel, estimou a companhia. Atualmente não existem vôos diretos que liguem os dois pontos. Em geral, os viajantes que partem do continente sul-americano são obrigados a fazer pelo menos uma escala em aeroportos europeus antes de seguir em outro vôo para Tel Aviv. O tempo estimado de vôo entre a Espanha e Israel é de cinco horas.

Apesar de operar vôos semanais para Fortaleza, a Air Madrid não especificou em quais destinos da América Latina espera operar o vôo para Israel. A companhia de charters disse apenas que espera estabelecer vôos regulares entre os dois pontos, para os quais já deu entrada na papelada junto às autoridades israelenses de aviação civil. A Air Madrid mantém vôos da Espanha para Buenos Aires, Lima, Santiago do Chile, Guayaquil, Quito, Bogotá, Tenerife, Panamá, San Jose e Cartagena.

A empresa transporta cerca de um milhão de pessoas por ano para destinos na América do Sul e recentemente ampliou as rotas para outros países europeus.

Segundo o Ministério do Turismo de Israel, pelo menos 95 mil turistas vindos da América Latina visitaram a Terra Santa em 2005, 54% a mais do que no ano anterior. Nos dez primeiros meses de 2005, 17 mil deles eram brasileiros, 76% a mais do que no mesmo período de 2004.

Já o número de peregrinos e de turistas provenientes da Espanha chegou a 52 mil em 2005, quase o dobro do volume registrado no ano anterior.

Os vôos da Air Madrid devem se somar aos vôos fretados da operadora israelense Genesis Tours, que desde o fim de dezembro mantém sete freqüências semanais entre Salvador e Tel Aviv. A expectativa do ministro do Turismo de Israel, Avraham Hirchson, é de que a oferta, lançada em outubro no Rio, durante a Abav 2005 - Feira das Américas, seja estendida até março deste ano.

Globo Online - 10/01/2006 - 12h22m
Empréstimo de US$ 3 bilhões deverá tirar United da concordata

Reuters
Globo Online

NOVA YORK e RIO - A UAL Corp, matriz da United Airlines Inc., informou que para sair do regime de proteção contra falência, adotará um empréstimo concedido por consórcio de bancos de até US$ 3 bilhões. Com esta capitalização, a empresa espera anunciar, por volta do dia 1º de fevereiro, que estará saindo da concordata.

O crédito, que deverá ser pago num prazo de seis anos é garantido com quase todos os ativos substanciais da segunda maior companhia aérea dos Estados Unidos. A operação compreende um crédito de recebíveis de US$ 300 milhões e um empréstimo a médio prazo de até US$ 2,7 bilhões, em empréstimos a termo. A GE Capital estará à frente na gestão do consórcio, que contará também com JPMorgan e Citgroup como agentes financeiros.

A UAL Corp., holding da United Airlines, que teve seu plano de reestruturação aprovado por todas as classes de credores com direito a voto sobre o assunto, aguarda nova audiência de confirmação para o dia 18 de janeiro.

A United Airlines, que opera mais de 3.400 vôos diariamente para mais de 200 destinos domésticos nos Estados Unidos e internacionais, tem 57 mil empregados em todo o mundo e integra a rede Star Alliance, da qual a Varig também faz parte, além de Lufthansa, TAP, entre outras.

Globo Online - 10/01/2006 - 11h15m
British Airways reformula subsidiária e cria empresa de baixo custo

Reuters

LONDRES - A British Airways reformulou nesta terça-feira sua subsidiária regional CitiExpress para competir com empresas de baixo custo (low cost) européias. A transportadora, que recebeu o novo nome de BA Connect, vai oferecer serviços aéreos entre aeroportos regionais da Grã-Bretanha, incluindo os terminais de Londres, e ligará os principais destinos do país e da Europa, informou a companhia.

A Brisith, a terceira maior companhia aérea da Europa, afirmou ainda, em comunicado, que a BA Connect vai operar durante todo o ano, com flexibilidade e ligações diretas que, incluindo taxas e encargos, custarão a partir de 25 libras (US$ 44).

Assim como acontece com suas concorrentes de baixo custo, os vôos da BA Connect terão classe tarifária única em todo o avião e serviço de lanches e de bebidas pagos a bordo.

- Nós teremos um serviço inovador para viajantes a negócios e turistas de curtas distâncias durante todo o ano, preços únicos e serviços de qualidade com recursos e padrões à altura da marca British Airways - disse o diretor-geral da BA Connect, David Evans, em comunicado.

Na última semana, a British reportou um crescimento de 4,7% em dezembro em relação ao ano anterior, aumento justificado pelas tarifas especiais para clientes mais freqüentes e pela oferta de novos vôos para a Índia e Xangai. A taxa média de ocupação dos vôos também aumentou de 72,7% em dezembro de 2004 para 74,2% em dezembro de 2005.

Globo Online - 10/01/2006 - 09h32m
Varig negocia US$ 20 milhões com a TAP
O Globo

RIO - A Varig negocia a transferência de US$ 20 milhões em recebíveis retidos pela BR Distribuidora para a companhia aérea portuguesa TAP. Os recursos que forem levantados pela Varig com a operação serão usados para pagar US$ 44 milhões a empresas de leasing dos Estados Unidos no dia 12, evitando o arresto de 40 das 60 aeronaves do grupo.

O prazo de blindagem contra a falência da empresa se esgotou no último domingo. A empresa, conforme determina a legislação, terá amparo legal pelos próximos 24 meses desde que coloque em prática todos os compromissos do plano de recuperação aprovado, incluindo o pagamento a credores.

Mais US$ 30 milhões poderão ser obtidos pela Varig nos próximos dias com a associação internacional do setor aéreo, a Iata, que exigiu o depósito dessa quantia quando a companhia entrou em recuperação judicial, em junho.

Segundo um assessor de imprensa da Varig, mesmo que a Iata não devolva o dinheiro, a empresa tem dinheiro em caixa. O assessor disse ainda que a Varig está pagando seus compromissos e já teve o plano de recuperação judicial aprovado pelos credores e homologado pela Justiça, por isso não haveria por que decretar a falência da empresa.

Valor Econômico
TAP e JP Morgan buscam saída para a Varig
Banco e estatal portuguesa tentam concluir hoje uma operação de recebíveis para a aérea brasileira

Janaina Vilella Do Rio

A estatal portuguesa TAP e o banco JP Morgan correm contra o tempo para garantir a conclusão de uma operação de recebíveis para a Varig poder quitar até amanhã uma dívida de US$ 56 milhões com as empresas de leasing nos Estados Unidos. A Varig conseguiu US$ 29 milhões gerados com fluxo de caixa. O JP Morgan e a TAP estão trabalhando para fechar a operação até hoje. Mas caso o dinheiro não seja depositado dentro do prazo fixado pela corte de falências de Nova York, um ofício do JP Morgan no qual as empresas garantem a conclusão da operação em até dois dias poderá ser apresentado ao juiz Robert Drain.

A TAP já conseguiu a liberação dos recebíveis que estavam retidos pela BR Distribuidora no JP Morgan, e aguarda a conclusão de alguns pontos ainda pendentes. "Falta assinar a minuta do contrato e finalizar algumas questões comerciais", disse uma fonte envolvida na negociação.

A Varig também conta com a devolução de US$ 30 milhões que foram pagos antecipadamente à Iata (Associação Internacional de Transporte Aéreo) para quitar parte das dívidas e fazer caixa.

O prazo de blindagem contra a falência da Varig acabou no domingo. A empresa, conforme determina a legislação, terá amparo legal pelos próximos 24 meses desde que coloque em prática todos os compromissos do plano de recuperação aprovado, incluindo o pagamento a credores.

Ao mesmo tempo em que corre para conseguir dinheiro para pagar as empresas de leasing, a Varig mantém as negociações sobre a venda das subsidiárias VarigLog (transporte de cargas e logística) e VEM (manutenção). A entrada da TAP na operação dos recebíveis visa fortalecer sua posição na negociação para aquisição da VEM. Na semana passada, a Varig enviou uma petição aos juízes que acompanham o caso informando que iria vender a VEM para a TAP e a VarigLog para o fundo americano Matlin Patterson. Mas executivos ligados ao Matlin disseram ao Valor que a proposta para comprar as subsidiárias havia perdido a validade e que as negociações voltariam à estaca zero.

A assessoria de imprensa da Varig informou que o fundo americano não manifestou oficialmente qualquer interesse em sair da disputa pelas empresas ou em retirar a oferta apresentada em dezembro, que segundo a aérea não teria prazo de validade definido.

A empresa Ansett Worldwide Aviation, que tem 14 aviões em leasing para a Varig, entrou esta semana com pedido de retirada da liminar que protege a aérea contra arresto de aviões. No pedido ao tribunal de falências de Nova York, a Ansett afirma que o processo de "canibalização" dos aviões continua, com a retirada das peças de aeronaves paradas. O advogado da empresa, Sheldon Solow, preferiu não comentar a ação da Ansett na audiência de quinta-feira e afirmou que o pedido não pode ser interpretado como um sinal de que a arrendatária iniciará procedimentos para retomada de aeronaves.

(Colaborou Tatiana Bautzer, de Washington)

Jornal de Turismo - 10/01/06 - 10:45
Air France é eleita a melhor companhia transatlântica

A Air France foi considerada a melhor companhia transatlântica 2005 por cerca de cinco mil leitores da revista mensal “Global Traveler”, após estudos cujos resultados foram divulgados na última sexta-feira.

Marie-Joseph Malé, diretora geral da Air France para os Estados-Unidos, irá receber o prêmio numa cerimônia organizada no dia 17 de Janeiro em Nova York. Os leitores da “Global Travel” também designaram a SkyTeam, da qual a aérea é membro fundador, “melhor aliança aérea 2005”: “Estamos muito orgulhosos e felizes por esta distinção” declarou Malé.

A revista “Global Traveler” é destinada a passageiros que viajam freqüentemente por motivos profissionais, essencialmente em primeira classe e em classe executiva. A empresa continua a investir na melhora dos seus serviços, quando outras companhias defendem as restrições.

Durante a cerimônia de premiação, a companhia francesa irá leiloar dois bilhetes de avião, válidos em classe executiva. O produto dos leilões, organizados pela publicação, irá reverter a favor da Unicef, representada pelo seu embaixador Annette Roque Lauer.

Fonte: Publituris.pt