Última atualização: 07/07
     
 



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Atenção data redefinida!

Data: 07/07/2009 - 13:00hs
Local:
Sindicato dos Médicos do Rio de Janeiro - SINMED/RJ, Avenida Churchill, 97, 12º andar, Castelo, Rio de Janeiro, RJ,


PROCESSO DE RECUPERAÇÃO JUDICIAL DA VARIG.

A QUESTÃO AERUS A SUCESSÃO TRABALHISTA.

O POSSÍVEL ACORDO NA AÇÃO DE CONGELAMENTO
TARIFÁRIO E A ATUAÇÃO DOS NOSSOS ADVOGADOS NO STF.

REUNIÃO DE ESCLARECIMENTOS

As associações convidam aos trabalhadores (Demitidos e Aposentados) da Varig, para a reunião acima mencionada, onde nossos advogados estarão ao dispor da platéia para responder as perguntas dos presentes, após suas palestras de esclarecimentos.


Tribuna da Imprensa - 03/10/2008

AERUS: A VITÓRIA DE UMA ESPERANÇA QUE NUNCA MORREU - Coluna Pedro Porfírio
Cada vez que contemplo o rosto de um beneficiário do Fundo Aerus, um certo sentimento de angústia corta meu coração e vai até o cérebro como uma penca de alfinetes.
É como se através desses brasileiros de tantas e tão belas proezas brotasse a carne viva dos injustiçados, o sangue inocente dos abandonados cruelmente à própria sorte.
Eu já tinha uma doce admiração pelos profissionais da Varig desde antes das turbinas. Tinha por eles, como tinha também pelos da Panair, que conheci menino, quando morei em frente ao seu alojamento na Praia de Iracema. Como tinha pelo pessoal da Vasp, desde o tempo do...


19/09/2008

Prezados Associados, Clientes e Colaboradores.


A respeito das reportagens veiculadas em jornais nos últimos dias sobre o pagamento aos trabalhadores da VARIG, temos a esclarecer:

Muito CUIDADO. Mais um golpe ameaça os seus direitos.

Isto porque, como de hábito, não informaram que para receber qualquer valor os ex-empregados têm que “renunciar” ao direito de propor ações trabalhistas e são obrigados a “concordar” de forma incondicional, com o plano de recuperação judicial da empresa, inclusive e, em especial, na parte em que reduz ou suprime direitos e créditos acumulados há décadas.

A mesma tentativa foi feita quando da votação do plano de recuperação judicial na Assembléia Geral de Credores e na tentativa de votação plebiscitária do “acordo coletivo”.

O pior é que agora a proposta é reforçada com a “oferta” de um pagamento imediato.  Só não dizem é que este pagamento corresponderá, apenas, a 1% (hum por cento) do que cada ex-empregado tem a receber. Como foi divulgado, são cerca de R$44 milhões para 14 mil credores, o que dá em média R$3.142,85 para cada empregado, enquanto nas ações judiciais os valores que vem sendo reconhecidos são, em média, da ordem de R$300 mil para os Comissários e R$ 600 mil para os Comandantes.

O Grupo Gol certamente está lutando muito para que esta “generosa oferta” seja aceita por vários ex-empregados, principalmente agora, quando se aproxima a data em que o Supremo Tribunal Federal irá julgar a possibilidade de atuação da Justiça do Trabalho e a eficácia de suas decisões contra a Varig (no Recurso Extraordinário n. 583.955 da nossa colega Maria Tereza Richa Felga).

O receio de uma derrota é tão grande que além de contar com o renomado advogado Roberto Teixeira, recentemente recontrataram o professor Sergio Bermudes (o mesmo que requereu a recuperação judicial da empresa...) para atuar neste recurso.

Lembrem-se todos que a Justiça do Trabalho, em inúmeras ações judiciais já declarou a responsabilidade da VRG (leia-se GOL) como sucessora da VARIG pelas obrigações trabalhistas; já mandou fazer bloqueios judiciais das ações das empresas do grupo; já julgou várias ações favoravelmente aos empregados e, tudo indica que o Supremo Tribunal Federal, seguindo a Constituição Brasileira, haverá de referendar essas decisões.

Aliás, se a intenção da Gol, da Varig ou do administrador judicial fosse apenas a de pagar bastaria que fizessem um depósito nas contas dos ex-empregados, tal qual ocorria quando ainda eram pagos os salários....Se não estão fazendo dessa forma é porque querem vender o “ouro dos tolos”.....

Não aceitem renunciar seus direitos. Exijam, no mínimo, que o pagamento de qualquer valor (que já deveria ter sido feito há muito tempo) aconteça SEM QUALQUER CONDIÇÃO OU TERMO.

Att,

SEBASTIÃO JOSÉ DA MOTTA e

OTÁVIO BEZERRA NEVES

Advogados.


18/09/2008

Apresentação feita pelo Cmte. Marcelo Duarte na CNC
. Clique aqui e veja na integra.


12/08/2008
Fonte: site do PDT

Marcelo Duarte Lins

A Lei, o Juízo e a Fraude

Quando a fraude se transforma num crime de lesa-pátria
 
Em setembro de 2004, John Bellamy Foster e Brett Clark publicaram no editorial da revista Business Week um importante alerta sobre o risco de “Uma nova era de barbáries desaba sobre nós”.  O alerta é oportuno em um momento em que até mesmo os mais comezinhos referenciais político-morais tornam-se obnubilados pelos sucessivos escândalos e intermináveis escárnios com o bem, com a decência e com a justiça...

Leia na integra.


Fonte: Rede PDT
O PDT em defesa dos direitos Trabalhistas

Em agosto de 2007, o PDT ingressou com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade - ADIN - N° 3934 - distribuída ao Ministro Ricardo Lewandoski, questionando a constitucionalidade de dispositivos da Lei 11.101/05 que isentam adquirentes de bens ou empresas falidas de obrigações trabalhistas e o teto de 150 salários mínimos como limitador do tratamento preferencial a créditos trabalhistas em processos de recuperação judicial ou falência. Apesar da importância do assunto, essa ADIN ainda não foi julgada e o Ministro Relator não deferiu qualquer liminar, que teria sido fundamental para evitar prejuízos de milhares de empregados de empresas quebradas, como a Varig, Vasp, Rede Manchete e muitas outras.
 
Na Justiça do Trabalho - criada por Getulio Vargas - vem declarando reiteradamente que os adquirentes dos bens dessas empresas respondem pelas dívidas trabalhistas.  Todavia, usando de uma manobra legal, as empresas têm suspendido essas decisões no STJ, sob o argumento de que nenhum juiz de Vara do Trabalho pode tomar decisões que envolvam o patrimônio ou os ativos de empresas falidas ou em recuperação judicial. O julgamento da ADIN (ou uma liminar) acima também poderia ter interrompido esse ciclo de decisões do STJ, já que a declaração de inconstitucionalidade dos artigos da nova Lei de Falências afastará qualquer interpretação equivocada sobre as responsabilidades dos adquirentes de bens dessas empresas para com as dívidas trabalhistas.
 
Todavia, enquanto isso não ocorre os trabalhadores continuam sendo prejudicados e impedidos de fazer valer as decisões da justiça do trabalho, o que é de todo lamentável. Não bastasse essa ADIN, também está em julgamento no mesmo STF, tendo como relator o mesmo Ministro Ricardo Lewandoski, um outro recurso que poderá solucionar a mesma questão (RExt n. 583.955), através do qual pode ficar definitivamente decidido que as decisões da Justiça do Trabalho são válidas e devem ser cumpridas.
 
O perigoso disso tudo é que no nosso país do "jeitinho", até no próprio STF pode acontecer o impossível, pois há o risco de que os Srs. Ministros, ao julgar ambos os casos, acabem por decidir que a interpretação da lei de falências é essa mesma que vem sendo feita (o adquirente não responde por nenhuma dívida trabalhista) e, mais ainda, que a Justiças do Trabalho não tem que interferir em nenhum processo de recuperação judicial, nem mesmo para resguardar os direitos dos trabalhadores. Se isso ocorrer poderá ser selado um modo eficaz de se fraudar direitos trabalhistas, já que bastará a qualquer mau empresário, que deve a seus empregados, acumular débitos, desviar o dinheiro para si e, depois requerer uma recuperação judicial ou mesmo falência, para nada pagar a seus empregados.
 
Ambos os casos envolvem interesses sociais e econômicos muito superiores aos aparentes, pois qualquer julgamento contrário à atuação da Justiça do Trabalho poderá causar não só a falência prática desse ramo tão importante da nossa justiça, como criar verdadeira instabilidade nas relações de trabalho. O pior disso tudo é que nenhum outro partido político ou instituição de respeito de nosso país já percebeu o que está em jogo. Apenas o PDT nacional, que propôs a ADIN acima e hoje enxerga que vivemos um momento histórico de defesa de quase tudo o que os trabalhadores brasileiros conquistaram através de Getúlio Vargas.
 
A REVOLUÇÃO DE 1930 CONTINUA NOS IDEAIS DO PARTIDO DEMOCRÁTICO TRABALHISTA.
CABE A NÓS DEFENDÊ-LA. PARABÉNS À EXECUTIVA NACIONAL.
 
Nelson Cirtoli, PDT - Arroio do Sal-RS
 


O Globo
10/07/2008


Fonte: Agencia Senado.

COMISSÕES / Infra-Estrutura
09/07/2008 - 14h53

Comandante diz que venda da Varig foi uma fraude

[Foto]

Ao depor nesta quarta-feira (9) na Comissão de Serviços de Infra-Estrutura (CI), o presidente da Associação dos Pilotos da Varig, comandante Élnio Borges Malheiros, classificou de "fraude" a venda, em 2006, da companhia aérea Varig para a VarigLog (empresa de logística e transporte de cargas), controlada pelo fundo de investimentos norte-americano Matlin Patterson junto com três sócios brasileiros - Marco Antonio Audi, Luiz Gallo e Marcos Haftel. Segundo o comandante, os três brasileiros eram apenas testas-de-ferro do fundo, reunidos na Volo do Brasil.

Para o comandante Élnio, a operação de venda foi apenas uma "entrega graciosa" de uma empresa brasileira a um grupo estrangeiro, "o que é ilegal". Ele chegou a garantir aos senadores que, atualmente, "ninguém sabe quem são os autênticos donos da Varig e quem está atrás do fundo norte-americano Matlin Patterson".

Élnio, que também é representante da entidade denominada Trabalhadores do Grupo Varig (TGV), qualificou ainda de "calote" o não-pagamento de direitos trabalhistas, incluindo indenizações e salários, aos ex-funcionários da empresa. Disse que, de um total de 10.500 empregados, apenas 850 foram aproveitados pela chamada nova Varig - a VRG -, controlada pela Gol. A promessa, de acordo com ele, era aproveitar toda a mão-de-obra disponível.

O comandante também estranhou não ter havido, por parte do governo federal - incluindo o próprio presidente Luiz Inácio Lula da Silva -, apoio para que os funcionários da Varig, em conjunto com a Lan Chile, pudessem adquirir a empresa, apesar das garantias do pagamento de dívidas trabalhistas e tributárias orçadas em R$ 7 bilhões. A Justiça, mesmo assim, observou ele, deu preferência ao grupo Matlin Patterson, que não honrou as dívidas. Élnio admitiu, entretanto, que o grupo formado pelos funcionários não chegou a divulgar a parceria com a Lan Chile.

Instado pelo líder do DEM no Senado, José Agripino (RN), o comandante classificou de "infelizes" as intervenções do governo no processo de compra e venda da Varig e da VarigLog. Para ele, o governo "em nada ajudou a Varig a se recuperar, mas apenas abriu caminho para a realização de um bom negócio". Segundo Agripino, a Varig foi vendida para a VarigLog por US$ 24 milhões. Oito meses depois, acrescentou, a empresa foi vendida à Gol por US$ 320 milhões.

Mal das pernas

Sem a presença na reunião de representantes da base do governo, o comandante Élnio chamou de "farsa" o plano de recuperação da Varig. Como exemplo, informou que até agora nada foi pago aos ex-funcionários e que o Fundo de Pensão Aerus "está destruído".

Durante o depoimento, o comandante denunciou o que chamou de processo de desestruturação das companhias aéreas brasileiras. Segundo ele, tanto a Gol quanto a TAM "vão muito mal das pernas". Élnio garantiu que as empresas "nem sequer suportariam uma inspeção séria".

- A aviação brasileira caminha a jato para a mesma situação das empresas de transporte marítimo, ou seja, vai virar um quintal dos grupos estrangeiros - previu Élnio, ao condenar a venda de passagens aéreas pelos mesmos preços das passagens de ônibus ou por preços ainda menores.

Antes da fala do comandante, o senador Marconi Perillo (PSDB-GO), que preside o colegiado, leu cartas enviadas a ele por ex-servidores, aposentados, pensionistas e funcionários demitidos da Varig, nas quais há protestos contra o modo como foi feita a venda da empresa, sem levar em conta os interesses dos trabalhadores. No entender de Perillo, a venda e a transferência da Varig para a Gol causaram sérios prejuízos aos ex-funcionários.

Caixa-preta

Em depoimento prestado no mês passado na CI, Denise Abreu, ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) - órgão que regula a aviação comercial em todo o país -, confirmou denúncias de que havia sido pressionada pela ministra Dilma Rousseff, da Casa Civil da Presidência da República, para beneficiar o grupo Matlin Patterson na operação de compra da Varig. Ela também acusou o compadre do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, advogado Roberto Teixeira, de ter praticado tráfico de influência ao usar o nome de Lula para "abrir portas" e, assim, beneficiar o grupo norte-americano.

Denise também afirmou que Roberto Teixeira pressionou a Anac para dispensar os três sócios brasileiros - Audi, Gallo e Haftel - de apresentarem documentação comprovando a capacidade econômico-financeira deles. Pela legislação brasileira, 80% do capital aportado em um negócio envolvendo aquisição de companhia aérea tem que ter origem nacional.

Os três chegaram a ser acusados de atuarem como laranjas, sendo afastados da direção da VarigLog por decisão da Justiça, sob acusação de "gestão temerária". Atualmente, eles brigam na Justiça para voltar a controlar a VarigLog, em poder do grupo Matlin Patterson, o qual já chegou a apresentar à Anac os novos nomes dos controladores da empresa: a chinesa naturalizada brasileira Chan Lup, que deverá ficar com 51% da ações, e o americano Marcussen Miller, também naturalizado brasileiro, com 29% das ações, o que totaliza 80%, em obediência ao que diz a lei brasileira.

Cláudio Bernardo / Agência Senado
(Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)


DEPUTADO SUGERE QUE SENADO CRIE CPI PARA INVESTIGAR VENDA DA VARIG

Fonte: Site Alerj.

O deputado Paulo Ramos (PDT), que presidiu a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembléia Legislativa do Rio que investigou a venda da Varig, participou, nesta quinta-feira (03/07), no Senado, em Brasília, da reunião da Comissão de Serviços de Infra-Estrutura (CI) que analisa a transação de compra da companhia aérea. Ele recomendou a criação de uma CPI federal para aprofundar as investigações. De acordo com o pedetista, a comissão composta por senadores teria mais condições de conseguir a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos quatro sócios da Volo, da ex-diretora da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), Denise Abreu, e do ex-presidente da agência, Milton Zuanazzi. “No Rio, tivemos o pedido negado pela Justiça. mas o caso reúne uma série de crimes praticados por todos os envolvidos no processo de compra e venda da Varig e da VarigLog, a partir de uma decisão governamental de liquidar a Varig”, expôs Ramos.

Na opinião do parlamentar, a companhia aérea transformou-se, naquela época, “em uma grande carniça em torno da qual os urubus se organizaram com o objetivo de obter lucro fácil”. Durante a reunião da CI do Senado, o presidente da comissão, senador Marconi Perillo (PSDB-GO), admitiu que o caso Varig encontra-se longe de ser resolvido. A idéia da criação de uma CPI federal foi bem recebida em Brasília. Perillo e os senadores Flexa Ribeiro (PA) e Álvaro Dias (PR), também do PSDB, mostraram-se favoráveis à criação de uma comissão de inquérito. “Somente dessa maneira, teremos condições de pedir a quebra dos sigilos bancário e fiscal dos envolvidos”, explicou o presidente da CI.

A CPI da Varig na Alerj durou dez meses, período em que 30 pessoas prestaram depoimentos. O relatório final foi apresentado em 13 de agosto de 2007 e encaminhado à CPI do Apagão Aéreo, na Câmara Federal. Na época em que o relatório foi votado e aprovado no plenário da Casa, em 12 de dezembro, o deputado Paulo Ramos salientou a necessidade de uma maior investigação sobre os dados dos sócios da Volo, empresa usada como intermediária da Gol Linhas Aéreas na compra da Varig. “O mais importante agora é conseguir que a quebra de sigilo bancário, fiscal e telefônico de Marcos Haftlel, Lap Wai Chan, Luiz Eduardo Gallo e Marco Antônio Audi seja levado adiante pela Justiça”, resumiu o pedetista. Audi também foi ouvido pelo Senado nesta quinta-feira (03/07).



Correspondência encaminhada aos funcionários da Varig, alertando sobre a aproximação do limite de prazo para reclamar, na Justiça, os direitos trabalhistas.”

Prezado Colega, em poucos dias se completarão dois anos da entrega da Varig para...


Clipping de noticias 04/06/2008


Leia aqui o artigo do Comissário Bolognese sobre o 1º de maio e o 11 de abril. Clique



 


CPI da Alerj mantém decisão de pedir quebra sigilo de sócios da Volo

O presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Assembléia Legislativa do Rio que apurou irregularidades na venda da Varig, deputado Paulo Ramos (PDT), vai pedir ao Ministério Público Federal (MPF) que interceda para quebrar os sigilos bancário, fiscal e telefônico dos sócios da Volo do Brasil, empresa que comprou a Varig: Marco Antônio Audi, Eduardo Gallo, Marcos Haffel e Lap Wai Chan. Durante audiência pública de outra comissão que Ramos também preside na Alerj, a de Trabalho, Legislação Social e Seguridade Social, nesta terça-feira (19/02), o parlamentar apresentou, aos ex-funcionários da companhia aérea, o relatório final da CPI, que foi aprovado no plenário da Casa no último dia 12 de dezembro. “O resultado final foi positivo, mas ainda temos que descobrir a origem desse dinheiro. Vou continuar a minha luta. Vamos enviar uma cópia deste documento para o MPF e para o governador Sérgio Cabral e esperar que eles dêem prosseguimento ao assunto”, afirmou o pedetista.

Ramos já havia pedido a quebra de sigilo dos sócios em setembro de 2007, mas os donos da Volo conseguiram uma liminar na Justiça impedindo a divulgação. “Temos que ter uma decisão, porque todos nós, que acompanhamos essa CPI, sabemos que o fato foi um crime. Se quebrarmos os sigilos, a verdade vai ser encontrada”, sublinhou. O parlamentar disse ainda que o resultado do relatório foi “bastante abrangente e efetivo”, porque os próprios funcionários da empresa participaram das reuniões e audiências. “Há detalhamentos e fundamentações que conseguimos graças ao auxílio de pessoas que viveram e conhecem a fundo a situação. Não podemos deixar que o que está acontecendo com a navegação se repita no setor aéreo, onde temos estrangeiros roubando vagas de brasileiros. Essa luta também tem outras dimensões”, ressaltou o pedetista.


Para Élnio Borges, presidente da Associação de Pilotos da Varig (APVAR), o relatório será um instrumento importante para a continuação da luta dos ex-funcionários da empresa e dos aposentados da Aerus, o fundo de pensão da companhia extinta. 

“Temos que usá-lo de forma correta. Pela quantidade de gente que se apresentou aqui hoje, dá para ver que estamos, honestamente, querendo resolver nossa situação. Nós, trabalhadores, temos que examinar nosso papel e defender nossos interesses. São quase 20 mil pessoas e não podemos permitir que meia dúzia de gente diga que está nos representando, o que, de fato, não está”, destacou. 

Borges conclamou os demais ex-funcionários a continuarem se reunindo e discutindo o tema. 

“Não podemos perder as esperanças. Temos informações de empresas no exterior que querem assumir o controle de companhias da aviação civil brasileira”, denunciou.

Quanto ao atraso no pagamento dos ex-funcionários, o deputado Paulo Ramos garantiu que pretende levar o caso para discussão no Ministério do Trabalho. 

“Temos que verificar o que a própria Assembléia Legislativa pode e deve fazer pelos ex-funcionários. Não podemos aceitar que o roubo e a fraude permaneçam. Quero ver esse trabalho concluído, porque não ficamos aqui escutando aquelas desculpas esfarrapadas sem motivo. A comissão vai funcionar como mediadora, para que esse pagamento seja feito da forma mais rápida possível, porque este é o direito de todos os trabalhadores”, declarou o deputado. 

Também estiveram presentes na audiência o deputado José Nader (PTB) e o vereador Pedro Porfírio (PDT).

Leia aqui, na íntegra, o Relatório Final da CPI da Varig na Alerj.

Fonte: Site da ALERJ - 19/02/2008 - Fotos: Alerj.

Balanço de Gestão. 05/03/2008

CONVITE PARA AUDIÊNCIA PÚBLICA SOBRE CRISE DO AERUS

ATENÇÃO NÃO TROQUE SEUS CRÉDITOS POR DEBENTURES -

CPI DA ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RIO GRANDE DO SUL -
MAIS UMA VITÓRIA, CRÉDITOS DA VARIG NA JUSTIÇA, LEIA NOTICIÁRIOS NA INTEGRA
Carta aos Associados participantes da SulAmerica. 12/12/2007
RESPONSABILIDADE SOLIDÁRIA - 24/09/2007
Sindicato tem de se ajustar à vontade do trabalhador - 22/09/2007
INFORMES DA CPI ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA DO RIO GRANDE DO SUL - 20/09/2007
COLUNA ANCELMO GOIS - 20/09/2007
PRONUNCIAMENTO DO SENADOR MARCELO CRIVELLA - 20/09/2007
COBERTURA CPI DO APAGÃO AÉREO - 14/09/2007
O caso Varig e o conceito de função social da empresa  - 11/09/2007

Deputado Paulo Ramos vai a Câmara falar sobre CPI ALERJ caso Varig - 11/09/2007

ATUALIZAÇÃO DA SEÇÃO DE CLASSIFICADOS, OFERECENDO NOVO SERVIÇO - 11/09/2007

Pleito de renovação SulAmerica Saúde. 05/09/2007
MOÇÃO DE REPÚDIO - AGOSTO/2007 - 21/08/2007
Porfírio e Lupi avaliam posição em defesa dos trabalhadores da Varig e do Aerus - 21/08/2007
Protesto contra crise aérea reúne trabalhadores no SDU - 21/08/2007
MATÉRIAS DO JORNAL DO BRASIL SOBRE A CRISE AÉREA - 12/08
Advogados comentam o caso dos nove mil - 12/08

Crise da Aviação: debate na Fundação Brizola mostra que desregulamentação do setor está na raiz da crise - 11/08

MINISTRO CARLOS LUPI CONTESTA LEI DE FALÊNCAS - 10/08

ELATÓRIO FINAL DA CPI DA ALERJ SAI NA SEGUNDA FEIRA - 10/08

MOVIMENTO NACIONAL EM PROL DA RECUPERAÇÃO DO TRANSPORTE AÉREO NO BRASIL - 10/08
Entrevista com advogado Otávio Bezerra Neves - 01/08
Maracutaia e Crime de Lesa Pátria - 01/08
Mais um Artigo do Jornalista e Vereador Pedro Porfírio - 30/07
INFORMATIVO SINTUFRJ- 30/07
Movimento Nacional em Prol da Recuperação do Sistema de Transporte Aéreo no Brasil - 30/07
Artigo do Jornalista e Vereador Pedro Porfírio- 30/07

Coluna da Jornalista Tereza Cruvinel sobre a crise áerea - 30/07

COLUNAS DO JORNALISTA MERVAL PEREIRA SOBRE O CAOS AÉREO CITANDO O FIM DA VARIG - 23/07

INFORMATIVO CPI ASSEMBLÉIA LEGISLATIVA RS - 20/07
 

 

PROPOSTA DE ALTERAÇÃO DO ESTATUTO DA APVAR.

 

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